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Dentre os principais macetes para a otimização de sites, a criação de landing pages está entre os mais importantes e fundamentais para uma campanha de marketing digital.

A landing page, ao pé da letra, é uma página de destino, definida como qualquer página por onde um visitante irá entrar no site. Ela pode aparecer quando o usuário clica em um anúncio, através de links patrocinados, ou nos motores de busca naturais, como o Google.

A ideia central da landing page é evitar distrações do usuário, para incentivar uma tomada de decisão que seja benéfica para você e sua marca. Além disso, ela é fundamental para aumentar a conversão de um produto e a efetividade de anúncios on-line.

Em tese, uma das principais vantagens que levam a landing page gerar conversões para a empresa é a maneira rápida, prática e eficaz com que o público tem em realizar uma ação.

Proposta da landing page
A primeira impressão que sua página ou a de uma marca deve transmitir é um conteúdo que deva explicitar rapidamente qual a sua proposta, deixando claro quase que instantaneamente qual o assunto será abordado, seja para vender um produto ou para assinar um serviço.

Tendo uma proposta clara de landing page, é preciso ter em mente que ela não é um manual de instruções, mas sim um ponto de venda. Por isso, é importante focar nos pontos principais da marca ou do produto que ela está anunciando, pois são eles que farão com que os usuários se transformem em clientes.

Vale lembrar que você pode criar diferentes tipos de tráfego ou público, e também testar se sua landing page atrai a atenção dos usuários. Uma boa saída é fazer testes com diferentes tipos de título e mídias visuais, como imagens e vídeos. Além disso, você também pode contar com o Call to Action, ou seja, com funções que incitam os usuários a executar ações.

 

Iniciar Um Negócio Em Casa: Vantagens, Desvantagens e Complicações

Publicado em 30/06/2015 Por: OndaLocal

Em 1998, muito antes de massagistas, hotéis-cápsula e pistas de atletismo em telhados, o Google era uma empresa com três funcionários, operada em uma garagem. Iniciar uma empresa em casa pode significar baixos custos, a possibilidade de ir ao zoológico com seus filhos quando der vontade e o luxo de trabalhar em seu próprio horário. Mas isto também pode significar falta de privacidade, bagunça por todos os lados e cascavéis (sim, é sério). Quatro empresários compartilharam seus altos e baixos.

“Eu não tenho privacidade de verdade,” diz David Porter, Fundador e CEO da 8tracks, uma plataforma de rádio sediada em seu loft, anteriormente uma fábrica de engarrafamento de leite, a alguns quarteirões do Dolores Park, em Mission District, São Francisco. Porter não paga aluguel em seu apartamento de conceito amplo, cujo espaço é incrível, mas ele tem de estar sempre “de pé” antes que seus 17 funcionários cheguem, pois o chuveiro fica no meio do cômodo. Ainda que isto pareça o início de um pesadelo para alguns, Porter encontra-se otimista.

“Os preços dos aluguéis, em geral, estão nas nuvens na Área da Baía,” diz Porter. Foi feito um contrato com um dos primeiros investidores da 8tracks – que agora conta com 8 milhões de usuários por mês – por meio do qual a empresa paga 3.400 dólares mensais pelo espaço. Capitais de risco da Andreessen Horowitz e da Index Ventures permitem que a 8tracks contrate funcionários constantemente. “Não é fundamentalmente sustentável,” afirma Porter, que admite que “os fins de semana são uma folga” de ter que se certificar para não perder a hora de levantar.

“Gus Van Sant foi o primeiro inquilino de verdade aqui, vivendo no apartamento enquanto filmava Milk, em 2007-08,” diz Porter, acrescentando que o local também tem sido útil para que os funcionários passem a noite, quando mudam de casa, assim como para designers e consultores de SEO.

Conduzindo a empresa de maneira mais acessível significa que, ainda que a 8tracks tenha levantado apenas 1,2 milhões de dólares, em comparação com os 538 milhões da Spotify, por exemplo, a empresa transmitiu um tempo equivalente a 30 milhões de horas de música no último mês.

Iniciar uma empresa morando em um cômodo dividido com colegas não é para todo mundo.

Maria Seidman iniciou a empresa Yapp, um aplicativo para iOS e Android que permite que os usuários criem aplicativos em dispositivos móveis para eventos, reuniões e grupos, tudo isto do porão de sua casa em Manhattan. Seis funcionários em tempo integral e alguns estagiários trabalham neste “espaço sossegado”. Graças a este arranjo, Seidman consegue liderar o novo negócio, além de cuidar de seu bebê e filho pequeno. Antes uma excecutiva de mídia, Seidman engravidou quando iniciava a Yapp, de modo que ficar em casa facilita no equilíbrio de sua vida pessoal e seu trabalho, e na “construção de algo em seu próprio tempo, em seu próprio espaço.”

Ficar perto de casa não é uma opção para Joel Young, que passa seus dias na floresta de Sierra Nevada, Califórnia, convivendo com leões da montanha e cascavéis, enquanto procura troncos usados para fazer auto-falantes para sua empresa no Etsy, que tem crescido rapidamente.

“O melhor lugar para coletar troncos é nas margens do rio, mas lá também estão as cascavéis,” afirma Young, acrescentando que ele toma as precauções necessárias.

“O incrível é entrar na mata onde não se pode escutar nada, nem ninguém, além do rugido do vento,” diz Young.

O que começou como um “projetinho divertido de artesanato” cresceu exponencialmente nos últimos dois anos com Dock Artisan, agora recebendo pedidos da Nordstrom.

“Eu fui um corretor financeiro por muito tempo e eu precisava fazer algo um pouco diferente,” conta Young, cuja equipe, antes formada apenas por sua esposa, expandiu para incluir alguns funcionários. “O objetivo é ter um espaço separado de casa,” diz, conforme sua casa vai se enchendo de pedidos e equipamentos da Dock Artisan. “Não sei nem se temos espaço para uma árvore de Natal,” acrescenta.

A Bread and Badger, empresa de gravações em vidro no Etsy, de Amanda Siska, decolou quando esta apareceu no blog de design Design Sponge. Seu marido deixou o emprego e eles contrataram mais dois funcionários para ajudá-los a cumprir com todos os pedidos, de sua casa, em Portland.

O segredo para conduzir uma empresa em casa, com seu marido? Tarefas separadas em áreas separadas, de acordo com Siska. “Nós somos melhores amigos,” diz ela “mas ele é muito melhor na área de produção, na garagem, enquanto eu faço o trabalho artístico no escritório,” acrescenta.

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Aprenda a Fornecer o Melhor Serviço de Atendimento ao Cliente

Publicado em 01/06/2015 Por: OndaLocal

Quer Fornecer um Melhor Serviço de Atendimento ao Cliente? Conserte Seus Sistemas em Tal Serviço

Quando o serviço de atendimento ao cliente em seu negócio não vai bem, o motivo está no fato de que um ou mais dos seus sistemas de serviço não estão funcionando corretamente.

Digamos que você seja proprietário de uma oficina. Alguns de seus clientes começam a reportar (pessoalmente, se você tiver sorte; no Yelp, se não tiver sorte) uma interação insatisfatória do consumidor com uma de suas operadoras de caixa. Seu primeiro impulso seria cortar o pescoço da jovem, mas espero que você se segure e analise friamente a situação. Você pode encontrar algo do gênero: sua operadora de caixa é desorganizada, não tem troco o suficiente, seu computador não está ligado no início de seu turno – a tempo de atender o primeiro cliente que se aproxima do caixa – não consegue encontrar uma caneta para que o cliente assine o recibo do cartão de crédito.

Sua descoberta, em outras palavras, é uma falha nos sistemas, incluindo algumas ou todas das seguintes:

  • Processo Onboarding: por que ela não foi preparada em relação aos elementos necessários ao início de um turno?
  • Treinamento: ela obteve instrução em um dos sistemas de organização do local de trabalho, talvez o 5S, que é um componente da metodologia de Manufatura Enxuta?
  • Cronograma:  A ordem dada a ela foi de chegar ao trabalho no momento em que a oficina é aberta, ao invés de 30 minutos mais cedo, para que ela pudesse se preparar mental e fisicamente, ligar os aparelhos necessários, organizar o caixa e os trocos, entre outras coisas?
  • Contratação. Dizer que houve uma falha na contratação é como dizer que a culpa é do funcionário (a operadora de caixa, no caso), mas, na realidade, não é. Se ela não é adequada à posição – muito tímida, não presta atenção aos detalhes, etc. – a culpa não é dela, mas do sistema (ou instinto, como em diversas empresas) responsável por selecioná-la, erroneamente, para esta posição. [Sistemas de contratação são os sistemas mais importantes na maioria das empresas. Aqui está o requerido para se criar um sistema excelente.]

 

Quando algo não dá certo, conserte o sistema

Como sempre disse o fundador do Ritz-Carlton, se algo dá errado uma vez, pode ser que a culpa seja do funcionário. Se ocorre duas vezes, a culpa é definitivamente do sistema.

E isto é o que há de mais importante na compreensão de um sistema de atendimento ao cliente – lacunas na organização são, quase sempre, resultado de um colapso no Sistema de Serviço, ou falta de um Sistema apropriado.

No meu exemplo da operadora de caixa, está claro que o sistema tem de ser desenvolvido para se certificar de que todos os utensílios estejam em estoque antes do início de cada turno. Isto pode ocorrer por meio de uma pequena lista ou uma descrição do trabalho, que defina claramente o papel de cada funcionário. Não importa como a empresa decide lidar com a situação – desde que o problema seja definitivamente resolvido. O que não se pode fazer, de forma alguma, é gritar com a funcionária do caixa por não ter estocado os itens. Isto é não só desmoralizante para um bom funcionário que dá o melhor de si, como também não resolve o problema sistematicamente – em outras palavras, de uma maneira sustentável.

Aprimoramento sistemático requer uma cultura livre de culpa

Então, como descobrir quais sistemas que estão em falta ou que não foram bem projetados? Existem sistemas para tal (veja meu artigo sobre o método Sr. BIV), mas isto depende primeiramente da construção de uma cultura onde erros são aceitos como oportunidades de aprendizagem, e reclamações de clientes como oportunidades de melhorias. Tornar cada problema que surge em uma “caça às bruxas” fará com que sua equipe passe a ser tão acanhada, que os membros estarão mais focados em  se garantir do que prover serviço. É importante que seus funcionários te contem quando houverem cometido um erro – para que este possa ser consertado no futuro – sistematicamente. Um dos meus comentários favoritos sobre este assunto vem da Mayo Clinic, por parte do autor Leonard L Berry: A Clínica Mayo, uma de nossas melhores instituições médicas, quer que os médicos contratados entendam que eles jamais serão culpados por admitirem erros ou pedirem ajuda. No entanto, a tentativa de se fazer tudo sozinho – sem pedir ajuda ou admitir um problema que afete um paciente – é “potencialmente um risco à carreira.”

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